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Estratégia

OBJETIVO GERAL: MUDAR O BRASIL!

COMO?


Em nosso Estatuto, ficou bem explicitado a missão, a visão, os princípios e valores e, por fim, os objetivos específicos. Vamos, então, fazer uma analogia e considerar que esses sejam os ingredientes para as soluções do problema brasileiro. Assim, a receita estará em como fazer para se chegar às respostas necessárias e, após, como implementá-las.  

Então, buscou-se a construção de um "Pensamento de Referência" que fosse de difícil refutação, porquanto submetido à apreciação de várias pessoas com senso critico bem apurado, unidas por princípios e valores em torno desse nobre propósito, e pertencentes aos nossos grupos de debates iniciais. Dentro de um pragmatismos necessário, chegamos a um documento autêntico que representa o norte programático do MBF. 

Trata-se de um documento dinâmico que não se impõe como verdade absoluta e, dessa forma, com os mesmos critérios ora mencionados pode ter as devidas atualizações. Nele, existe a percepção genérica dos fatores que compõem o problema e a solução, em termos de causas e consequências; bem como as linhas de ações com o viés reformista necessário.

Só que para materializarmos essa "vontade", dando vazão de forma construtiva a toda indignação que sentimos, faz-se necessário a nossa organização sistêmica e em nível nacional, capaz de permitir uma comunicação permanente. Daí o surgimento da REDE BRASIL FUTURO, que possibilitará que nossos debates sejam agrupados por temas e de forma regionalizada. 

O aprimoramento dessa rede propositiva será continuado, com as atualizações necessárias a partir das críticas dos membros participantes; ou seja, sua participação torna-se ainda mais importante na medida em que poderemos detalhar os problemas, propondo soluções com excelência propositiva que vise o apoio e o maior esclarecimento por parte de toda a sociedade. 

Eis que assim, criaremos as condições para atingirmos o Objetivo Geral, qual seja: promover a Reforma Evolutiva do Estado com o fortalecimento da Unidade Nacional de Consciência Cívica. Tudo a partir da nossa referência programática estatuída, como se segue:

PENSAMENTO DE REFERÊNCIA DO MBF
 
O artigo primeiro da Constituição Federal diz que "todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos nela estabelecidos. Isso, de fato, não ocorre quando reiterados atos dos representantes eleitos destoam da vontade popular e do interesse público, sendo o exercício direto desse poder de difícil implementação em se tratando de referendos, plebiscitos ou de leis de iniciativa popular.
 
Ademais, nem todo poder emana do povo quando temos no Poder Judiciário representantes não eleitos nas mais altas cortes. Se, ao menos, para atenuar isso, houvesse uma eleição indireta para ministros do Supremo Tribunal Federal na Câmara dos Deputados – a suposta Casa do Povo –, a partir de uma lista meritória de juristas, aí sim poderíamos dizer que esse poder emanaria do povo, ainda que não diretamente. Ao invés disso, constata-se que juristas são escolhidos unipessoalmente pelo mandatário do executivo federal, muitas das vezes, devido ao seu alinhamento político ou ideológico para serem submetidos a uma sabatina... no Senado Federal.
 
Assim, considerando esse distanciamento entre representantes e representados e nosso desejo de mudança, não podemos subestimar a nossa capacidade de, juntos, construirmos uma efetiva democracia, cuja eficácia depende, dentre outras coisas, do combate incessante à corrupção, da alternância dos mandatários políticos, do fortalecimento das instituições, do maior equilíbrio e independência entre os Poderes e do empoderamento do cidadão, que encontra-se indignado e impotente diante de toda sorte de desvios constatados.
 
Em suma, para que isso ocorra, faz-se necessário uma consistente mobilização cívica que torne possível uma urgente Reforma Evolutiva do Estado, sobretudo nos campos político, econômico e educacional. Só assim estaremos atuando nas causas de todos os males e disfunções de um poder público deveras sitiado por partidos políticos e mandatários cleptocratas que prevaricam em relações promíscuas entre o público e o privado.
 
Como consequência – só para citar alguns fatores –, tem-se a não prestação de serviços, a má distribuição de renda, o subemprego, a economia informal, o desemprego, a violência e a criminalidade, tudo em patamares inaceitáveis para uma convivência que se pretende civilizada. Sendo o fator nefasto, a "causa-consequência" do custo Brasil, a corrupção material e espiritual de indivíduos nada compromissados com a supremacia do interesse público.
 
Você quer isso? Não! Então não podemos é ficar inertes, reféns da hipocrisia, fruto de uma alienação generalizada, conjugada a um individualismo exacerbado que turva a visão da necessária sinergia social para a prevalência do valor de justiça. Por isso, a vigilância e a luta devem ser permanentes pelo exercício pleno do nosso dever de cidadania e, assim, fazer valer os direitos inerentes.
 
Isso requer a participação de todos nós. Sim, é importante que cada qual faça a sua parte, seja com atitudes cotidianas, seja debatendo com espírito proativo a temática social na busca de soluções. No entanto, é necessário ir além para que essas soluções sejam, de fato, implementadas por intermédio de políticas públicas efetivas, duradouras e abrangentes. É fundamental, então, que haja organização e esforço concentrado por meio de uma mobilização que seja capaz de resgatar uma Unidade de Consciência Nacional Cívica, alicerçada naqueles princípios e valores que nos identificam.
 
Faz-se necessário, então, uma mudança cultural acerca do que deva ser o serviço da atividade política. E essa mudança ocorrerá a partir de mobilizações consistentes, na única intervenção capaz de promover uma efetiva reforma nesse estado indesejado de coisas: a cívica
 
Enfim, se necessário for, marchando com brio, confiança e entusiasmo, pacificamente, em protesto contra a afronta aos valores fundamentais que nos orgulha e identifica em nossa brasilidade. Posto que nossa maior riqueza não está, em essência, no pré-sal ou nas "commodities" agrícolas ou minerais; es na força de nossa gente – brasileira, sofrida, lutadora, mestiça e tropical–, no seu inquebrantável vigor e na esperança por dias melhores; está em nossa diversidade cultural, na nossa vocação para sermos um povo pacífico e no amor que sentimos pelo Brasil. 
 
E é a convergência política dessa mobilização que será capaz de influenciar e atuar no poder não como fim em si mesmo, mas como meio para que todos os filhos dessa terra tenham professores valorizados, boas escolas, saúde, alimentação, moradia e lazer, para poderem ser adultos felizes e realizados nas mais variadas atividades laborais. Sim, nós podemos sonhar e realizar as reformas necessárias para o Brasil que desejamos para nós e para as futuras gerações, também em respeito ao legado de tantos homens e mulheres que lutaram por isso no passado. 
 
Ou nos conscientizamos da necessidade de retomarmos nossos parâmetros garantidos na Constituição Federal, ou continuaremos a padecer e a amargar indicadores sociais não dignos, numa pseudo-resignação de neocolônia dos trópicos. Caso contrário, a desesperança, o desencanto, a rebeldia e a indignação da população contra todo o poder público inerte, omisso e corrupto tendem a aflorar em convulsão nesse perigoso transbordamento de emoções reprimidas, diante de uma refrega institucional que pode ser sintoma de um indesejado cenário de colapso da ordem constitucional vigente.
 
Daí a Reforma Evolutiva do Estado, alicerçada em mobilizações cívicas consistentes e propositivas, ser a única alternativa a essa caótica possibilidade de ruptura. Somos coletivamente, cada qual a seu modo, o maior instrumento de transformação e mudança do Brasil, desde que devidamente organizados e mobilizados para fazermos frente a esse enorme desafio que é colocar o país nos eixos da ordem, do progresso e do desenvolvimento permanente.

ESTRATÉGIA MOVIMENTO BRASIL FUTURO
 
São sete fases do planejamento estratégico, a saber:
 
1- CRIAÇÃO DA IDENTIDADE;
 
Essa está sendo a nossa primeira fase a ser superada. Escrevemos o estatuto em termos de missão, visão, princípios, valores, objetivos e metas que nos unem e identificam a fim de cumprirmos o nosso propósito.
 
Esse propósito é consistente com o ideário estatuído e com o nosso pensamento de referência que explica, em linhas gerais, como iremos tornar possível um levante cívico capaz de efetivamente mudar a realidade do Brasil.
 
Existem dois conceitos importantes nos textos acima:
 
- Unidade Nacional de Consciência Cívica; e
 
- Reforma Evolutiva do Estado;
 
2- DETALHAMENTO DO PROBLEMA;
 
Da segunda fase em diante, torna-se imprescindível a implementação da rede social exclusiva, denominada Rede Brasil Futuro.
 
Será através dela que teremos capacidade de nos organizar de forma sistemática e orgânica, fortalecendo a identidade e difundindo nosso ideário nacionalmente, enquanto corrente de pensamento;
 
Diferentemente do Facebook, teremos como organizar os debates por temas e região de forma a possibilitar que os problemas sejam conhecidos nos pormenores e em toda a sua extensão.
 
Cada unidade da federação terá uma página para divulgação de notícias e opiniões, assinadas por seus membros. Claro que o MBF terá um editorial.
 
Futuramente, haverá a descentralização para os municípios.
 
3- PROPOSIÇÃO DAS SOLUÇÕES;
 
Parece óbvio dizer isso, mas só através do detalhamento dos problemas será possível escrever as soluções com excelência propositiva.
 
As soluções terão naturalmente um Viés Reformista muito acentuado, sobretudo nos campos da política, da educação e da economia.
 
Daí o MBF ser Reformista ou Reformador.
 
Com a Rede Brasil Futuro será possível o debate temático em âmbito regional e nacional, com as soluções brotando da base para o topo. E essa condição é fator fundamental como base de legitimação das propostas;
 
4- DIFUSÃO E LEGITIMAÇÃO;
 
A Rede Brasil Futuro será uma poderosa ferramenta de divulgação não só dos resultados dos debates temáticos, mas também das soluções propositivas com o objetivo de influenciar a sociedade e as autoridades constituídas.
 
Aqui residirá o emprego da maior parte da receita do MBF, com a plena profissionalização das áreas de comunicação, propaganda e marketing.
 
5- INFLEXÃO PARTIDÁRIA;
 
Essa fase está descrita nos incisos VII e VIII do estatuto, a saber:
 
   VII. Influenciar e atuar politicamente para o êxito da missão proposta, independentemente de estar ou não, vinculado à um partido político, não sendo o Movimento de natureza pluripartidária, sendo meta a inflexão convergente para uma legenda partidária que abrigue a filosofia do MBF;
 
   VIII. Levantar, incentivar e apoiar que novas lideranças locais, País afora, absolutamente comprometidas com o Movimento Brasil Futuro, concorram a cargos eletivos para serem artífices da reforma evolutiva proposta, sendo que estas lideranças firmarão previamente compromisso público, formal e solene de adesão inequívoca aos princípios e valores ora estatuídos. 
 
Nessa fase tem ainda várias nuances a serem observadas, tais como uma característica personalíssima e cartorial da política brasileira.
 
6- CHEGADA AO PODER;
 
As fases 1, 2, 3, 4 e 5 constituem por si só uma plataforma político eleitoral e partidária vencedora.
 
7- EXERCÍCIO DO PODER
 
As fases são cíclicas e permanentes, continuadas.
 
O exercicio do poder deve observar a transparência, a participação popular, ao tempo em que será exemplo de lisura e atuação para fazer prevalecer a supremacia do interesse público.
 
Absolutamente, tudo está sendo escrito. Estamos superando a primeira fase.
 
Em breve, exponho as observações com relação a cronograma, financiamento e outros aspectos.
 
Atenciosamente, submeto à apreciação de todos para críticas e sugestões.
 
 
ACREDITE, DEPENDE DE NÓS!


MAURO ROGERIO
Coordenador Nacional do MBF

Mauro Rogério
Mainieri
Renata Cunha
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